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22.03.19

 

Mudança de hábitos: adote uma rotina de beleza sustentável

Saiba quais mudanças adotar (e qual seu impacto) em sua rotina de cuidados rumo a uma vida sustentável

 

Você quer uma vida mais sustentável, mas não sabe como? Adoraria ter hábitos social e ecologicamente conscientes, mas teme que as mudanças balancem muito seu budget? Estamos aqui para ajudar nos primeiros passos de um caminho que, torcemos, não terá volta – e começa por beleza e higiene!

Em pesquisa do Euromonitor, o Brasil é o quarto maior consumidor mundial de higiene e beleza, atrás de Japão (3º), China (2º) e Estados Unidos (1º) e, assim como o resto do planeta, vem experimentando um crescimento no setor de produtos veganos, orgânicos e naturais – a expectativa é que esse mercado, do qual a América Latina representa 5% de acordo com a Ecovia Intelligence, atinja US$ 25,11 bilhões segundo relatório da Grand View Research. Isso significa, entre outras coisas, que estão surgindo muitos (e bons) lançamentos por aqui.

 

Mascara facial

Ainda que não seja tão fácil encontrar um xampu sólido ou um coletor menstrual nas farmácias e lojas de departamentos, há uma gama crescente de marcas que vendem seus produtos pela internet e que entregam em todo o País – basta um pouco de paciência para esperar a encomenda chegar. 

 

Agora, se sua maior preocupação é o reajuste do seu orçamento para acomodar os novos hábitos, você vai acabar sem desculpa. Tomemos, por exemplo, a higiene menstrual, gasto fixo mensal de mulheres de uma faixa etária que vai dos 10 aos 50 anos, aproximadamente. Considerando que se utilize um a dois pacotes de absorvente por ciclo, que contêm, como padrão otimista, oito unidades a R$ 3,50, gastam-se R$ 7 por mês em produtos que vão diretamente para o lixo sem possibilidade de reuso. 

Em um ano, o gasto total atinge a faixa dos R$ 84 – isso sem considerar as imensuráveis despesas ambientais com o descarte de plástico e de químicos. Com isso em perspectiva, o custo de um coletor menstrual reutilizável não fica assustador: no mercado brasileiro, encontram-se opções que variam entre R$ 50 (por uma unidade) e R$ 90 (kits com duas unidades ou com panela para higienização). E eles duram até 10 anos! Se a ideia ainda é meio estranha, há também as calcinhas absorventes: basta lavar e reutilizar. 

 

Mas existem versões sustentáveis para praticamente todos os produtos essenciais da sua rotina de cuidados pessoais. Pasta de dente? Sim, com ingredientes naturais, sem conservantes e aromas sintéticos e até com carvão ativado – um dos queridinhos da vez. Para quem não tem medo de ousar, há também opções em pó que, misturadas à água, funcionam perfeitamente (e tem custo parecido com uma pasta convencional, na faixa dos R$ 9).

 

E foi-se a época em que sustentável e ecológico era indissociável de uma estética essencialmente hippie. Marcas como Simple Organic e Baims oferecem ao mercado brasileiro maquiagens e produtos de cuidados pessoais com elegantes embalagens retornáveis e ingredientes naturais, quando não completamente orgânicos e veganos

Uma outra opção é abdicar de vez dos recipientes. Shampoos sólidos e sabonetes em barra a granel, por exemplo, ficaram famosos com gigantes como a Lush, mas são hoje encontrados em pequenas marcas artesanais que, além de eticamente e ecologicamente alinhadas, são a epítome do luxo consciente. 

 

(Reportagem: Vogue)

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19.09.18

 

3. Quais as substâncias químicas você deve ficar atento nos produtos de beleza. 

 

Em 2010, o Dr. Frank Lipman fez o seguinte artigo: "WHAT CHEMICALS SHOULD YOU LOOK OUT FOR IN YOUR PERSONAL CARE PRODUCTS? " ou numa tradução literal: Quais as químicas que você deve tomar cuidado nos seus produtos de cuidados pessoais. 

 

Segue aqui o link completo do artigo: What chemicals (...), porém vou traduzir alguns pedaços para que você esteja ciente, e comece a se questionar sobre a matéria prima dos produtos que vem utilizando. 

 

  1.  DEA (Dietanolamina), MEA (Monoetanolamina), TEA (Trietanolamina)

Essas três químicas causam desregulação hormonal, e podem formar agentes causadores de cancêr. São substâncias comuns em shampoos, sabonetes, espumas de banho e demaquilantes. 

 

2. Ftalatos e parabenos

São um grupo de produtos químicos usados como um conservante para cométicos.

As duas substâncias tem demonstrado serem cancerígenas e particularmente ligados ao câncer de mama. 

 

3. Lauril Sulfato de Sódio

O Lauril Sulfato de Sódio  é o ingrediente mais tóxico desta lista.

Quando usado em combinação com outros produtos químicos, eles podem formar nitrosaminas, uma classe mortal de carcinogênico. |São os ingredientes mais populares para maquiagem, xampu e condicionador e creme dental. A exposição causa danos aos olhos, depressão, diarréia e muitas outras doenças.

 

4. Petrolato

Petrolato é um petroquímico que contém dois agentes cancerígenos bem conhecidos: Benzo-A-Pyrene e Benzo-B-Fluroanthene.

Como você pode imaginar a partir de um derivado de petróleo, o petrolato evita a respiração da pele.

 

Esses são exemplos de como algumas substâncias químicas encontradas na maioria dos produtos que utilizamos na nossa rotina podem ser prejudiciais a nossa saúde.

 

Comece a fazer escolhas conscientes, a questionar o produto que utiliza. Sempre que for comprar o seu produto favorito para sua beleza, olhe o rotúlo e se questione se vale a pena investir em algo que nos prejudica. 

 

OBS: Leiam o artigo do Dr Frank. 

Lá você irá encontrar mais substâncias prejudiciais a nossa saúde. 

 

Até que ponto vale a beleza?

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14.09.18

 

1. Impacto das embalagens no meio ambiente

 

Hoje, um terço do lixo doméstico é composto por embalagens. Cerca de 80% das embalagens são descartadas após usadas apenas uma vez!

 

Como nem todas seguem para reciclagem, este volume ajuda a superlotar os aterros e lixões, exigindo novas áreas para depositarmos o lixo que geramos. Isso quando os resíduos seguem mesmo para o depósito de lixo.

 

Recentemente, foi descoberta uma enorme quantidade de lixo boiando no meio do oceano Pacífico - uma área que equivale a dois Estados Unidos. Esse grande depósito de entulho se formou com o lixo jogado por barcos, plataformas petrolíferas e vindos dos continentes, sendo reunidos devido às correntes marítimas.

 

Acredita-se que lá exista algo em torno de 100 milhões de toneladas de detritos. Uma boa quantidade é composta de embalagens e sacolas plásticas. Estima-se que resíduos plásticos provoquem anualmente a morte de mais de um milhão de aves e de outros 100 mil mamíferos marinhos (Fonte: Revista Istoé, edição 1997 - "A sopa de lixo no Pacífico").

 

No Brasil, aproximadamente 1\5 do lixo é composto por embalagens. São 25 mil toneladas de embalagens que vão parar, todos os dias, nos depósitos sanitários. Esse volume encheria mais de dois mil caminhões de lixo, que, colocados um atrás do outro, ocupariam quase 20 quilômetros de estrada.

 

Ou seja, as embalagens, quando consumidas de maneira exagerada e descartadas de maneira irregular - em lugar de serem encaminhadas para reciclagem - contribuem e muito para o esgotamento de aterros e lixões, dificultam a degradação de outros resíduos, são ingeridos por animais causando sua morte, poluem a paisagem, causam problemas na rede elétrica (sacolas que se prendem em fios de alta tensão), e muitos outros tipos de impactos ambientais menos visíveis ao consumidor final (o aumento do consumo, aumenta a demanda pela produção de embalagens, o que consome mais recursos naturais e gera mais resíduos).

 

Todo esse impacto poderia ser diminuído ou eliminado, basicamente, por meio da redução do consumo desnecessário e correta separação e destinação do lixo: compramos somente aquilo que é necessário, reutilizamos o que for possível e mandamos para reciclagem materiais recicláveis e para a compostagem os resíduos orgânicos.

 

Tempo de decomposição na natureza

Papel

De 3 a 6 meses

 

Tecidos

De 6 meses a 1 ano

 

Metal

Mais de 100 anos

 

Alumínio

Mais de 200 anos

 

Plástico

Mais de 400 anos

 

Vidro

Mais de 1000 anos

 

 

 

 

Fonte:  Ministério do Meio Ambiente

"Manual de Educação - Consumo Sustentável" - MMA e IDEC.